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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Sono: o aliado da saúde

Tudo bem que dificilmente consigo dormir, diante do eu ritmo de trabalho, o que me causa bastante desconforto durante o dia. Por isso resolvi escrever sobre o grande benefício que uma noite bem dormia nos traz. Tentar dormir e não conseguir, sentir sono no meio da tarde ou despertar no meio da madrugada, todo mundo, em algum momento da vida já passou por estas situações e sabemos o valor que uma noite bem dormida não tem preço.
Dormir satisfatoriamente não serve apenas para se manter bem acordado no dia seguinte: o sono é um dos grandes amigos da qualidade de vida. Desconhecia, mas o dia 16 de março foi eleito como o dia da conscientização do sono pela Associação Mundial da Medicina do Sono, sediada nos Estados Unidos. 
Atualmente, 45% da população mundial apresenta algum sintoma relacionado aos vários distúrbios do sono. Hipócrates, considerado o pai da medicina, dizia: "tanto muito sono como muita vigília são prejudiciais". Em resumo, é preciso dormir o suficiente para ter ou aumentar a energia que mantém nossa saúde e nos permite realizar todas as nossas tarefas. Mas muita coisa mudou desde os tempos de Hipócrates, hoje, a privação do sono por vários motivos é cada vez mais comum, e milhões de pessoas não usufruem da quantidade de sono necessária. 
Um adulto deve dormir entre seis e nove horas ininterruptas a cada 24 horas, e a qualidade do sono nesse período é fundamental para a saúde. O período do sono é extremamente importante para o restabelecimento da energia que gastamos quando estamos acordados - é o que o organismo necessita para recuperar substâncias químicas e normalizar o funcionamento dos órgãos. 
Além de começar o dia com o pé direito, o sono em quantidade e qualidade suficientes proporciona inúmeros benefícios: várias pesquisas apontam que o bom sono previne e ajuda a combater doenças, melhora a memória, aumenta a produtividade na escola e no trabalho e favorece a sociabilidade e o bem-estar geral. Interrupções frequentes ou momentos maldormidos podem ser sinal de que algo não vai bem, principalmente se o sono não estiver sendo reparador ou se a pessoa sentir sonolência excessiva durante o dia por mais de 30 dias. 
Mas uma ou outra noite maldormida não significa necessariamente um distúrbio do sono. Para diagnosticar qualquer distúrbio é necessário o acompanhamento do medico especialista, que por muitas vezes solicita uma polissonografia, que é um tipo de exame que monitora o sono do paciente por determinados períodos. 
Entre os distúrbios do sono mais comum, estão: o ronco, a insônia e a apneia (obstrução ou interrupção respiratória durante o sono). Tais situações costumam representar uma piora na qualidade de vida, como a sonolência diurna, que pode afetar o rendimento nos estudos e no trabalho, e ainda agravar doenças ou causar outras.
Para conseguir diminuir estes riscos, algumas dicas são valiosas, tais como: procurar ter um horário regular para dormir e acordar, não exceder 45 minutos de sono durante o dia, caso você possua o hábito de dormir durante o dia, Não realizar refeições pesadas até três horas antes de se deitar, realizar atividades físicas regularmente, mas não antes de dormir, entre outras.
Como já escrevi, horas bem-dormidas fazem bem ao corpo, à mente e influem diretamente na qualidade de vida de um indivíduo.

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